O contato pele a pele entre pais e bebês é de grande importância para o desenvolvimento infantil.
Essa prática fortalece o vínculo entre mãe e bebê, promove a confiança e satisfação materna, além de ter efeitos positivos no aleitamento materno.
Segundo a Organização Pan-Americana da Saúde (Opas/OMS), o contato pele a pele deve ser iniciado imediatamente após o parto e é especialmente benéfico para bebês prematuros.
Ele contribui para o início e manutenção da amamentação, estabelece parâmetros vitais como frequência cardíaca e glicemia, e auxilia na formação de uma microbiota saudável.
Além disso, o contato pele a pele proporciona estímulo sensorial para os bebês prematuros, fortalecendo o apego e estabelecendo bases para um melhor desenvolvimento.
Também facilita a extração manual do colostro, fortalecendo as defesas contra infecções. Mantém a temperatura corporal adequada, promove relaxamento e sono profundo, e fortalece o vínculo entre mãe e filho.
Essa prática é parte da política de saúde pública no Brasil desde o ano 2000, e seus benefícios são comprovados.
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